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A força das moedas e os organismos internacionais

O Fundo Monetário Internacional (FMI) é um dos organismos criados na época que deixaram de usar o ouro como moeda de intercâmbio, e implementaram o dólar proveniente de uma das economias mais fortes que tinha o mundo. Atualmente vem perdendo seu poder e já ninguém necessita ou quer sua ajuda nos momentos de crise.
A força das outras moedas foi crescendo com o passar do tempo, possibilitando a cancelação de dívidas em dólares contraídas com o FMI, deixando-o sem poder nem dinheiro para manter-se.
Junto com a queda do dólar soma-se a falta de visão do FMI, que não soube ver o começo e nem prevenir a crise de Estados Unidos. O FMI no entanto analisa e dá conselhos a quem não os necessitam.
O FMI exalta que “as operações coordenadas dos bancos centrais combinadas com o recorte das taxas de juros, estão ajudando a dissipar tensões de liquidez no mercado interbancário, mas as pressões persistem”.
Enquanto o Fundo reclama “uma ação conjunta dos países centrais”, a realidade é que cada país está procurando suas próprias alternativas e está cuidando su moeda sem aceitar conselhos de nenhum tipo de informe.
Cada moeda segue seu rumo e o organismo que deveria prever os acontecimentos sempre chega tarde, não termina de encontrar un rumo e da conselhos inapropriados.

Os verdadeiros interesses de forex

Um dos interesses de forex é fazer chegar aos participantes deste mercado cambial a informação da evolução da bolsa dos Estados Unidos que preocupa ao resto dos mercados mundiais.
O interesse de forex está hoje em dia na queda que apresentou Wall Street após o recorte das taxas de juros de alto risco para lograr uma estabilidade nesse mercado. Não podendo estabilizar-se, o gigante dos mercados voltou a cair quase 3 % como resultado da contração em Janeiro do indicador do setor de serviços nos Estados Unidos, a primeira nos últimos 5 anos. Outro dado que também contribuiu foi a queda das ações das empresas tecnológicas e de telecomunicações.
O comportamento que sofreu Wall Street repercutiu no resto dos mercados, onde as bolsas europeias e latino-americanas experimentaram uma queda de 4 %.
Os interesses de forex estão postos em transmitir aos investidores deste mercado cambial que já não há otimismo pelas fortes rebaixas das taxas que foi implementada para que o mercado seguisse adiante. Claro é que Estados Unidos está cada vez mais próximo da recessão, e que o governo não tem muitas possibilidades de poder evitá-la.

As moedas no mundo

Todas as moedas do mundo estão dependendo da instabilidade que sofreu a economia norte-americana devido a uma possível crise de recessão nesse país.
Uma das medidas da Reserva Federal foi oferecer aos bancos uma ajuda econômica para que pudessem enfrentar a cessação de pago das hipotecas, causa do mal-estar econômico, evitando assim uma queda massiva dos preços.
O dólar por ser a moeda que dirige todo tipo de comercialização, influi no resto das moedas mundiais e suas flutuações nas bolsas.
Por este motivo as bolsas estão muito atentas às possíveis quedas das cotizações que poderiam afetar os investimentos e o comercio exterior de cada país.
As medidas adotadas pelo governo norte-americano são consideradas por muitos economistas como um falso paliativo pois em outras ocasiões, distintas bolsas sofreram derrubamento similar e haviam sido tomadas medidas parecidas sem lograr a mudança esperada.
A política da FED de reduzir as taxas e colocar um tope na queda dos ativos, não faz outra coisa que demorar a recuperação do mercado, repercutindo em todas as bolsas mais importantes. Por isso as moedas internacionais mais importantes estão dependendo de uma rápida recuperação para voltar a ter forças nos mercados.

As voltas da vida

Devido aos problemas que o mercado norte-americano está sofrendo, uma nova modalidade começou a desenvolver-se nesse país. Agora os comércios das maiores cidades estão aceitando o euro em troca do dólar e outras moedas estrangeiras.
Com as notícias do BCE (Banco Central Europeu) de que não vai abaixar as taxas de juros como fez a Reserva Federal dos Estados Unidos (FED), os norte-americanos ficaram sozinhos nessa luta para não cair na recessão.
O que levou os comerciantes a mudar de atitude foi a proeminência do euro sobre o dólar nos últimos tempos. Desta maneira os comerciantes expressaram que dinheiro é dinheiro, que os aceitam e que trocam no banco quando podem.
Aceitando o euro em troca do dólar, os comerciantes têm a oportunidade de especular com o câmbio no caso em que o dólar siga declinando na sua cotização.
O euro está sendo a moeda mais forte a nível mundial e isso pode ser apreciado no comportamento da sociedade como também nos dados econômicos que para Estados Unidos não estão sendo favoráveis.
O lema “tudo chega” parece cumprir-se para aqueles que durante muitos anos estiveram submetidos aos norte-americanos que derrotavam o resto dos mercados, e levavam muitos países à miseria.

A crise atual do dólar

O dólar e os mercados não puderam terminar os primeiros meses do ano com alívio.
A tensão parece continuar logo que Ben Bernanke (presidente da FED, Reserva Federal dos Estados Unidos) fez um recorte profundo nas taxas de juros e mesmo assim os mercados seguem declinando.
O dólar atualmente segue em crise após o anúncio da redução das taxas, e as ações norte-americanas seguem em baixa. Sabe-se também que a situação das seguradoras de bônus é muito mais delicada do que se calculava, e os comunicados oficiais seguem divulgando o dever de controlar à risca a inflação.
Os mercados financeiros encontram-se sob uma tensão considerável, e o crédito ajustou-se ainda mais para alguns negócios e vivendas. A crise atual do dólar deve-se a cifras recentes que indicam uma profunda contração imobiliária e um enfraquecimento do mercado de trabalho. Atualmente não se vendem casas novas e o mercado da construção está quase paralisado.
O comitê formado para afrontar essa crise continuará avaliando os efeitos dos acontecimentos financeiros e outros sobre as perspectivas econômicas. Também atuará oportunamente respondendo a estes riscos para que o dólar atual e os mercados se restabeleçam de uma vez por todas, para o bem da economia mundial.

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