Hoje em dia ser último tem suas vantagens
Hoje em dia os riscos são grandes, Estados Unidos estão perto da recessão, enquanto que na Europa e Japão existe uma queda, e as bolsas e moedas mundiais também caíram.
Castigados pela valorização de suas moedas, os países desenvolvidos, incluindo toda a Europa, produzem quase 75% do PBI mundial, cifra que evidencia o exagêro da desunião.
Todo o mundo sofrerá pelo desatino das taxas de juro de 1% de Greenspan, quando os Estados Unidos cresciam ao 3%, e pela incompatibilidade entre globalização financeira e falta de adequadas supervisões e regulações bancárias e financeiras.
Toda a Ásia, apenas passa de 15% do PBI mundial, e suas bolsas e moedas sofrem também as consequências.
A disputa é que a Ásia e o Pacífico aumentem a valorização de suas moedas em relação ao dólar e consumam mais; é tão insustentável como o déficit externo norte-americano de 6% do PBI. Se chegam a fazer um acordo para alinhar o câmbio, sairemos antes da crise; se esperamos o mercado,isto será longo e doloroso.
A forte liquidez e as taxas em baixa ajudaram a evitar um colapso.
As bolsas e as moedas mundiais parecem estar lutando, mas a queda é quase impossível de evitar, e os países em desenvolvimento são os que estão em uma melhor posição. Esses países foram os que ajudaram a estes gigantes econômicos chegarem ao lugar onde se encontram. Eles aprenderam de seus “professores”, acomodaram suas finanças, muniram-se de um ótimo superavit comercial, pagaram a maior quantidade de dívidas que tinham, e agora suas bolsas e moedas são as que menos riscos correm se há uma queda nos maiores mercados mundiais.