O futuro das moedas
Na atualidade não se observa uma boa evolução das moedas, e os investidores já não saben que mudanças podem haver si os mercados seguem declinando de forma pronunciada.
Este mês, o euro teve sua maior queda com respeito ao dólar desde janeiro de 2006 devido aos temores de que o Banco Central Europeu recorte as taxas de juros por causa do enfraquecimento da economia.
Pode-se observar que o euro perdeu para o yen por primeira vez em três semanas, seguindo com a maioria das moedas. O mundo das finanças está em terapia intensiva seguindo a pequena transformação das moedas; a libra esterlina declinou por segunda semana consecutiva como consequência do recorte de taxas do próprio Banco Central.
De acordo com a opinião de David Gilmore de “Foreign Exchange Analytics”: “quanto mais o BCE atrase a rebaixa das taxas, pior será para a economia europeia e mais debilitado estará o euro”.
Gilmore agrega que neste caso para que exista uma evolução das moedas, o correto foi o que a FED realizou, que adiantou-se à queda da economia e por isso os investidores estão apostando ao dólar.
Ultimamente ficou claro que a desaceleração econômica está a caminho do leste e que a Europa não está isolada.
O estrategista cambial do “Dresdner Kleinwort”, Michael Klawitter disse que “o euro foi rapidamente pressionado e poderia continuar assim por algum tempo”.
Diante deste turbulento cenário, resta somente aos investidores, tomar medidas necessárias para assegurar seu lucro.