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Citados para dar explicações

Quem em efeito não está passando por seu melhor momento é o titular da FED, Ben Bernanke, pois ao cumprir dois anos turbulentos frente a esta entidade, terá que responder uma série de perguntas ante o Senado.
Tanto o titular da FED como o secretário do Tesouro, Henry Paulson, terão que responder por que a economia e o dólar norte-americano estão com problemas e como seguirão adiante. É provável que as duas maiores autoridades monetárias do país expliquem ante o Senado sobre os próximos estímulos monetários para a reativação da economia e do dólar norte-americano.
Está claro que os mercados não gostam muito do titular da FED, mas a classe política norte-americana dissimula bastante, inclusive dizem que os políticos têm muito respeito pela autoridade monetária: “parece que há um convencimento geral de que a FED está fazendo o que pode com respeito ao dólar e a classe política abstêm-se de fazer críticas”, disse Larry Summers, ex-secretário do Tesouro na época de Clinton. Ademais, destacou que “não devem deixar unicamente a Bernanke para que salve a economia”.
Aparentemente a culpa da queda do dólar é compartida tanto pela FED como pelo Tesouro, e por isso que ambas autoridades terão que dar as explicações correspondentes frente aos membros do Senado norte-americano.

Começa reinar a calma

O mercado forex está recuperando-se logo do anúncio do governo dos Estados Unidos de que o consumo nesse país não está tão mal como se acreditava.
Os mercados mundiais, inclusive forex, tiveram um dia de fortes lucros depois de conhecer-se as vendas minoristas nesse país que subiram em Janeiro com respeito ao mês anterior, devido ao aumento do comercio de roupas e produtos eletrônicos. Este dado surpreendeu a Wall Street pois os economistas estavam esperando dados desfavoráveis do comercio. Aumentaram as esperanças de que a economia possa evitar a recessão e os mercados, incluindo forex, ficaram mais tranquilos por esse dado animador, apesar da pressão que sofrem os consumidores pelo enfraquecido mercado das vivendas.
Além dos ótimos números do consumo minorista, as empresas tecnológicas também melhoraram. Tudo isto, somado à firma do estímulo econômico que realizou o governo de Bush devolvendo entre U$S 300 e U$S 1200 aos contribuintes, eleva a esperança dos economistas e dos mercados como forex, em uma corrida contra o enfraquecimento econômico e recessão.
Espera-se que este bom humor siga em Wall Street e que se expanda ao resto dos mercados, sendo que alguns foram muito afetados, e outros ao contar com excelentes números em suas economias puderam enfrentar este desajuste econômico norte-americano.

Dar atenção aos expertos para saber como ganhar no forex

Para saber como ganhar no forex nada melhor que um bom conselho: “seja ambicioso quando outros temem”. Estas são as palavras de Warren Buffet, o terceiro homem mais rico do mundo. Este personagem usa ademais como frase principal: “nunca há que investir em um negócio que você não entende”. Ele seguiu sempre seus próprios conselhos e por isso lhe foi bem.
Se você quer saber como ganhar no mercado forex deverá observar a vida deste homem, que conseguiu ganhar mais dinheiro que outros nos mercados financeiros e que hoje em dia investe no setor que todos temem que se derrube.
Buffet iniciou sua carreira no mundo das finanças aos 11 anos comprando ações a U$S 38 que em seguida declinaram sua cotação, e quando tiveram um leve aumento, Buffet as vendeu.
Ele fez um mau negócio, porque depois dessa venda estas ações dispararam e passaram a valer U$S 200; desta maneira aprendeu que a paciência é uma virtude fundamental no mercado de ações.
Ele recebeu conhecimentos do funcionamento do mercado não pelo seu pai, que era vendedor de ações, e sim de Benjamin Graham, um dos grandes estudiosos da bolsa que postulava a existência de “um valor ligado à capacidade de geração de benefícios das empresas”. Segundo Buffet, quem gostaria de saber como ganhar no mercado forex teria que seguir sua própria interpretação aonde indica que hoje em dia o panorama não está tão nublado como parece.

O futuro das moedas

Na atualidade não se observa uma boa evolução das moedas, e os investidores já não saben que mudanças podem haver si os mercados seguem declinando de forma pronunciada.
Este mês, o euro teve sua maior queda com respeito ao dólar desde janeiro de 2006 devido aos temores de que o Banco Central Europeu recorte as taxas de juros por causa do enfraquecimento da economia.
Pode-se observar que o euro perdeu para o yen por primeira vez em três semanas, seguindo com a maioria das moedas. O mundo das finanças está em terapia intensiva seguindo a pequena transformação das moedas; a libra esterlina declinou por segunda semana consecutiva como consequência do recorte de taxas do próprio Banco Central.
De acordo com a opinião de David Gilmore de “Foreign Exchange Analytics”: “quanto mais o BCE atrase a rebaixa das taxas, pior será para a economia europeia e mais debilitado estará o euro”.
Gilmore agrega que neste caso para que exista uma evolução das moedas, o correto foi o que a FED realizou, que adiantou-se à queda da economia e por isso os investidores estão apostando ao dólar.
Ultimamente ficou claro que a desaceleração econômica está a caminho do leste e que a Europa não está isolada.
O estrategista cambial do “Dresdner Kleinwort”, Michael Klawitter disse que “o euro foi rapidamente pressionado e poderia continuar assim por algum tempo”.
Diante deste turbulento cenário, resta somente aos investidores, tomar medidas necessárias para assegurar seu lucro.

Tratar de descolar-se

A crise das hipotecas sofrida nos Estados Unidos repercutiu nas bolsas asiáticas e como consequência o yen sofreu o impacto. Aparentemente já está sendo restaurado o descontrole sofrido em poucas semanas pelo yen e o dólar. Por parte do yen, a abertura dos mercados permitiu ver certa melhora após a performance desastrosa que se viveu nas últimas semanas ante os crescentes temores de recessão econômica nos Estados Unidos.
Os principais bancos japoneses anunciaram que a crise das hipotecas de alto risco nos Estados Unidos afetou tanto o yen como o dólar e provocou recortes milionários em seus lucros, apesar do setor financeiro japonês assegurar previamente que sua exposição era mínima.
O Nikkei viveu seu pior início de ano em mais de 25 anos, devido a uma queda de 13% em janeiro, causada pela possível recessão norte-americana e a dúvida com respeito à economia japonêsa, que corre o risco de estancar-se pela influência do dólar.
Na região do Pacífico, a situação da maioria das bolsas asiáticas é de declinio, menos para Indonésia, Filipinas e Tailândia, que apresentaram dados econômicos e políticos favoráveis.
A dependência do yen em relação ao dólar se reflete na publicação dos resultados financeiros das principais companhias japonesas, muitas das quais dependem de um alto volume de exportações.
Japão deverá encontrar uma maneira de descolar o yen do dólar para evitar ser arrastado pela aplicação e resultado das medidas que estão sendo tomadas pelo governo de Bush para sair desta desfavorável situação.

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